Rua Rodrigo da Fonseca, 103B
1099-074 Lisboa | Portugal
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Mário Rita

“Dar sentido aos elementos é uma tarefa que em Mário Rita assume a forma de traçar o papel, ocupar a tela. A não-especialização numa única linguagem pictórica – vive no espaço entre a pintura figurativa, abstracta, expressionista – é fruto do carácter irrequieto daquele que persegue os vestígios das coisas e as integra. Há uma espécie de lastro que o olhar deixa na paisagem e nos objectos que percepciona e é a sua reconstrução que Mário Rita ensaia de cada vez. A natureza fragmentária com que alguns dos seus trabalhos surgem, deve-se à atenção que dedica a cada um dos seres sobre os quais se debruça.”

Nuno Crespo




Obras de Mario Rita em acervo.

Sem título | Série nº14

Sem título | Série nº14

Técnica mista sobre papel
107 x 70 cm
2010/2011

Sem título | Série nº14

Sem título | Série nº14

Técnica mista sobre papel
107 x 70 cm
2010 / 2011

Sem título | Série nº14

Sem título | Série nº14

Técnica mista sobre papel
107 x 70 cm
2010 / 2011

Sem título | Série nº14

Sem título | Série nº14

Técnica mista sobre papel
150 x 107 cm
2010 / 2011

Sem título | Série nº14

Sem título | Série nº14

Técnica mista sobre papel
150 x 107 cm
2010 / 2011

Sem título | Série nº14

Sem título | Série nº14

Técnica mista sobre papel
175 x 150 cm
2010 / 2011

Sem título | Série nº14

Sem título | Série nº14

Técnica mista sobre papel
175 x 150 cm
2010/2011

Sem título | Série nº14

Sem título | Série nº14

Técnica mista sobre papel
175 x 150 cm
2010/2011

Sem título | Série nº14

Sem título | Série nº14

Técnica mista sobre papel
107 x 70 cm
2010 / 2011

Sem título | Série nº14

Sem título | Série nº14

Técnica mista sobre papel
107 x 70 cm
2010 / 2011

Reservado 150x107_1

Reservado 150x107_1

Técnica mista sobre papel
150 x 100 cm
2010 / 2011

Sem título | Série nº14

Sem título | Série nº14

Técnica mista sobre papel
150 x 107 cm
2010/2011

Série nº10 | nº226 | s/título | Vendido

Série nº10 | nº226 | s/título | Vendido

Óleo s/ tela | 175 x 200cm

2000

Série nº14 | nº10 | Vendido

Série nº14 | nº10 | Vendido

Desenho | Técnica mista s/ papel | 100 x 70cm

2009-10

Série nº10 | nº3

Série nº10 | nº3

Desenho | Técnica mista s/ papel | 100 x 70cm

2009

Série nº10 | nº13 | Vendido

Série nº10 | nº13 | Vendido

Desenho | Técnica mista s/ papel | 100 x 70cm

2009

Série nº14 | nº55

Série nº14 | nº55

Desenho | Técnica mista s/ papel | 107 x 70cm

2009-10

Desenho | Série nº10 | nº 52

Desenho | Série nº10 | nº 52

Técnica mista s/papel | 100 x 70cm

2009

Série nº14 | nº49 | Vendido

Série nº14 | nº49 | Vendido

Desenho | Técnica mista s/ papel | 107 x 70cm

2009-10

Série nº10 | nº41

Série nº10 | nº41

Desenho | Técnica mista s/ papel | 107 x 70cm

2009-2010

Série nº10 | nº27 | Vendido

Série nº10 | nº27 | Vendido

Desenho | Técnica mista s/ papel | 107 x 70cm

2009-10

Série nº10 | nº9

Série nº10 | nº9

Desenho | Técnica mista s/ papel | 100 x 70cm

2009

Técnica mista s/papel | 70 x 100cm

Desenho | Série nº 10 | nº 43

2009

Série nº14 | nº23

Série nº14 | nº23

Desenho | Técnica mista s/ papel | 100 x 70cm

2009-10

Série nº14 | nº32

Série nº14 | nº32

Desenho | Técnica mista s/ papel | 100 x 70cm

2009-10

Série nº10 | nº 227

Série nº10 | nº 227

Óleo s/tela | 97 x 130cm

2000-01

Série nº10 | nº12

Série nº10 | nº12

Óleo s/tela | 130 x 97cm

1993

Série nº10 | nº211

Série nº10 | nº211

Óleo s/tela | 97 x 130cm

1993

Série nº10 | nº220

Série nº10 | nº220

Óleo s/tela | 97 x 130cm

1999

Série nº10 | nº35

Série nº10 | nº35

Óleo s/ tela | 130 x 97

1993-94

Série nº10 | nº45

Série nº10 | nº45

Óleo s/tela | 130 x 97cm

1994

Série nº10 | nº42

Série nº10 | nº42

Óleo s/tela | 200 x 175cm

1995

Série nº10 | Depois do Dilúvio | nº59

Série nº10 | Depois do Dilúvio | nº59

Acrílico s/tela | 158 x 198cm

2009-10

Série nº10 | Depois do Dilúvio | nº48

Série nº10 | Depois do Dilúvio | nº48

Acrílico s/tela | 130 x 130cm

2006

Série nº12 | Depois do Dilúvio | nº86

Série nº12 | Depois do Dilúvio | nº86

Acrílico s/tela | 130 x 130cm

2009-10

Série nº10 | Depois do Dilúvio | nº55

Série nº10 | Depois do Dilúvio | nº55

Óleo s/tela | 175 x 198cm

2005-06

Série nº12 | Depois do Dilúvio | nº68

Série nº12 | Depois do Dilúvio | nº68

Acrílico s/tela | 130 x 130cm

2009-10

Série nº12 | Depois do Dilúvio | nº52

Série nº12 | Depois do Dilúvio | nº52

Acrílico s/tela | 130 x 130cm

2005

Série nº12 | Depois do Dilúvio | nº66

Série nº12 | Depois do Dilúvio | nº66

Acrílico s/tela | 130 x 130cm

2009-10

Série nº12 | Depois do Dilúvio | nº65

Série nº12 | Depois do Dilúvio | nº65

Acrílico s/tela | 130 x 130cm

2009-10

Série nº 10 | nº 82 | s/ título

Série nº 10 | nº 82 | s/ título

Óleo s/tela | 200 x 175cm

1995


Mário Rita é natural de Silves.
1977 – Fez o curso de Artes Gráficas na Escola de Artes Decorativas António Arroio.
1983 – Licenciado em Artes Plásticas/Pintura pela Faculdade de Belas Artes de Lisboa.
1979 a 1983 - Bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian.

EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS

2011
Fundação D. Luís I – Centro Cultural de Cascais, Cascais
Igreja da Misericórdia de Silves
2009
Galeria Arte Contemporânea, Fão, Esposende
2007
Pavilhão Branco do Museu da Cidade, Lisboa
2006
Galeria CUBIC – Arte Contemporânea, Lisboa
2004
Galeria Jorge e Shirley, Arte Contemporânea, Porto
Exposição de Trabalhos sobre Papel integrada nos “XI Encontros Filosóficos” da cidade da Horta, Faial , Açores
2003
ENES Arte Contemporânea, Lisboa
2002
Galeria Arte e Manifesto, Porto
Galeria Municipal, Montijo
2001
ENES Arte Contemporânea, Lisboa
MÁRIO RITA Trabalhos sobre papel, inclui textos de Maria João Fernandes e Isabel Aguiar Barcelos, ed. ENES Arte Contemporânea, 2001
1999
ENES Arte Contemporânea, Lisboa
1998
Galeria Art Konstant, Lisboa.
1997
ENES Arte Contemporânea, Lisboa
Galeria J.R.B. Fundação Bissaya Barreto, Coimbra
1996
Galeria Arte Periférica (Centro Cultural de Belém), Lisboa
Galeria Arte Periférica , Massamá
Museu Municipal de Arqueologia de Silves
1995
Aba Studio, New York, U.S.A.
1994
Mário Rita Revelações, inclui texto de Isabel Aguiar Barcelos, ed. Preto no Branco, 1994
1992
“Retábulos e Painéis” no Convento e Igreja dos Cardais, Lisboa
Galeria de S. Bento, Lisboa (integrada na Arte na Cidade – Festas da Cidade de Lisboa) Convidado pelo Gabinete de Arquitectura do projecto da Gartejo (Bar/Discoteca) para os projectos de Cor e Mural
1991
Galeria Magellan, Paris
1989
Pintura na Igreja da Misericórdia de Silves
Forum de Arte Contemporânea no Forum Picoas, Lisboa
1988
Sociedade Nacional de Belas Artes, Lisboa
Desenhos “Desastres” Galeria de S. Bento, Lisboa
1986
Galeria S.Francisco, Lisboa
Galeria S. Bento, Lisboa
1985
Galeria S. Bento, Lisboa
1984
Galeria S. Francisco, Lisboa (Exp. Subsidiada pela Fundação Calouste Gulbenkian)
Caixa Geral de Depósitos, Barreiro
Estúdio Augusto Cabrita, Barreiro
1983
Câmara Municipal de Silves

EXPOSIÇÕES COLECTIVAS

2010
Galeria Municipal do Montijo “professores do Curso de Pintura da Sociedade Nacional de Belas Artes”

2005

ARTE LISBOA, Feira de Arte Contemporânea
2002
Prémio Vespeira – VII Bienal de Artes Plásticas “Cidade do Montijo”, obteve o Prémio de Desenho
Feira de Arte Contemporânea, Barcelona
Galeria Arte e Manifesto, Porto
100 anos/100 artistas, Sociedade Nacional de Belas Artes, Lisboa
2001
Arte Sevilha 2001, Feira de Arte Contemporânea, Enes Arte Contemporânea, Sevilha, Espanha
2000
Arte Sevilha 2000, Feira de Arte Contemporânea, Enes Arte Contemporânea, Sevilha, Espanha
Marca / Madeira 2000, Feira de Arte Contemporânea, Funchal, Madeira
“Lugar(es) do Corpo”, Galeria Municipal do Montijo
“Sete Artistas de Silves”, Museu Municipal de Arqueologia de Silves
Um Encontro de Culturas”, Leiria / Belo Horizonte, Brasil
FAC 2000 – Feira de Arte Contemporânea, Lisboa
1999
“Grands et Jeunes d’aujourd’hui” no Espace Eiffel, Paris
1998
Seleccionado para representar a Cidade de Lisboa em Madrid, Capital da Cultura Iberó-Americana, Madrid ,Espanha
“Grands et Jeunes d’ aujourd’hui” no Espace Eiffel, Paris
Galeria “AM Tunnel”, B.C.E.E., Luxemburgo e no Pavilhão Mestrivic em Zagreb, U.G.D. Unjetnika, Galerija (Musée d’ Art Modern) em Dubrovnik, Croácia
XX Salão de Outono de Pintura de Plasencia, Espanha
XIV Bienal de Pintura “Ciudad de Zamora”, Espanha
1997
Um dos três Artistas Portugueses Contemporâneos convidados a participar na Exposição de Desenho na Sociedade Nacional de Belas Artes, Lisboa
“Lugar do Desenho”, obras da colecção da Galeria de Desenho do Museu Municipal de Estremoz, Sociedade Nacional de Belas Artes, Lisboa
1996
2ª Bienal AIP (Associação Industrial Portuguesa), Santa Maria da Feira
1993
“Drawings in Monserrat Gallery”, New York, U.S.A.
1991
Um dos doze Artistas Portugueses Contemporâneos convidados a participar na “Arte e Vinho” (12 Artistas ,12 Rótulos, para 12 Vinhos de diferentes regiões)
1989
Exposição de Pintura e Escultura ,Dia Das Comunidades Portuguesas – 10 de Junho – “Chateau de Vianden e Bourglinster, Luxemburgo
Exposição de Pintura e Escultura da Colecção da Caixa Geral de Depósitos, para comemorar os 200 Anos do Ministério das Finanças, Lisboa
Pintura e Escultura de jovens Artistas Portugueses em Barcelona e Lisboa
1988
F.I.L. Cultura, Lisboa
1987
II Bienal de Desenho da Cooperativa Árvore, Porto
Marca / Madeira Festival de Arte Contemporânea, Funchal
Galeria de S. Bento, Lisboa
1986
III Mostra de Artes plásticas de Lagos, V Bienal de Vila Nova de Cerveira
III Exposição de Artes Plásticas da Fundação Calouste Gulbenkian
“Tendências do Desenho Português”, Sociedade Nacional de Belas Artes, Lisboa
“56 Artistas da António Arroio”, Sociedade Nacional de Belas Artes
“XXV Prémio Internacional Joan Miró”, Barcelona
1985
Exposição de Desenho na Cooperativa Árvore, Porto e Lisboa
“Colagem, Gravura e Objectos” na Sociedade Nacional de Belas Artes
“XXIV Pémio Internacional de Desenho Joan Miró”, Barcelona Tafalla, Sanguesa, Estela e Museu de Belas Artes de Taipé, Formosa
1984
Exposição dos Alunos Finalistas do Curso de Pintura da Escola Superior de Belas Artes 82/83
I Exposição de Arte do Banco de Fomento Nacional
Colectiva na Galeria Prosomar, Estoril
II Mostra de Artes Plásticas de Lagos
IV Bienal de Vila Nova de Cerveira
Obtém o 3º Prémio na Expo Áustria 84, Bad Ischl
Colectiva no Centro Europeu de Línguas
“Homenagem dos Artistas Portugueses a Almada Negreiros”, Galeria Almada Negreiros, Secretaria de Estado da Cultura
1983
Exposição de Artes Plásticas na Faculdade de Letras de Lisboa
Homenagem a Reynaldo dos Santos, na Câmara Municipal de Vila Franca de Xira
“Para um Novo Código Penal” na Fundação Calouste Gulbenkian
“O Papel como Suporte”, na Sociedade Nacional de Belas Artes, Lisboa
I Bienal de Chaves
“Os Artistas da Sociedade” Na Sociedade Nacional de Belas Artes
1982
“O Papel Como Suporte”, Sociedade Nacional de Belas Artes, Lisboa
II Salão de Primavera do Casino do Estoril (Obtendo Menção Honrosa de Pintura)
I Mostra de Artes Plásticas de Lagos
I Salão de Artes Plásticas de Sintra
1981
Exposição colectiva na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa
Secretaria de Estado da Cultura durante a “Juventus” , F.I.L., Lisboa.

REPRESENTADO EM

Câmara Municipal de Silves; Colecção Particular da Caixa Geral de Depósitos; Banco de Fomento Nacional; Totta Finance Serviços Financeiros S.A.;
EDP – Electricidade de Portugal; Banco Mais; Galeria de Desenho do Museu Municipal de Estremoz, Fundação D. Luís I – Centro Cultural de Cascais e em colecções particulares em Portugal e no Estrangeiro.

Encomenda de uma pintura sobre o tema “Aljubarrota”, para o Museu da Comunidade Concelhia da Batalha.

Filme sobre a obra e o espaço de trabalho de Mário Rita, realizado por Álvaro Queiróz, no arquivo da Cinemateca Portuguesa – ANIM (Arquivo Nacional das Imagens em Movimento). 

(…) “Nos trabalhos de Mário Rita a tensão que se descobre diz respeito à gestualidade inerente à acção de compor sobre uma superfície (a tela ou o papel) as camadas visíveis do mundo. Uma composição próxima do dar nomes às coisas, um acto de nomeação que ambiciona tomar como suas todas as coisas que vê. Esta apropriação é a condição de possibilidade de qualquer gesto artístico: não conhece fronteiras entre o dentro e o fora, o próprio e o alheio. Um irreconhecimento que se expressa num constante ir contra os limites, uma sucessiva transformação do próprio campo da pintura: é como se Mário Rita quisesse rebentar com a fronteira entre aquilo que é pintura e o que não é pintura e, assim, tornar a camada visível daquilo que existe numa monumental pintura.”

Nuno Crespo

(…) “construção do caos”. A expressão é do autor, mas, do ponto de vista de quem observa, percebe-se que, da massa de luz original e branca, Mário Rita lança mão do gesto para a fragmentar e, com ela, construir as suas tentativas de razão. 

(…) Testemunha-se a busca do equilíbrio, o exercício base da geometria, mas vê-se também como esta é sobretudo vivida como respiração, operando a criação de um espaço elástico, tanto na forma como na cor, tanto na tela como no seu exterior.

Emília Ferreira

(…) Rita tem uma característica muito peculiar que é combinar o exagero com a moderação, o dramatismo com a tranquilidade, o movimento com a inércia, a extroversão com a introversão, a sociedade com solidão… (…). Em relação ao corpóreo e material – a técnica – trata-se de uma mistura magistral de desenho e cor, massa e forma, preenchimento de espaço e vácuo, gesto e não gesto, unidade e pluralidade de composição…

Fernando Martin Galán

Mário Rita

Mário Rita, from BLOCO103 on Vimeo.

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